Quantas mulheres na ciência você conhece? Quantas delas você acompanha no dia-a-dia? A verdade é que, infelizmente, o número de mulheres e meninas presentes neste setor ainda é muito baixo, e este cenário precisa ser mudado urgentemente. De acordo com dados da ONU e da Unesco, as mulheres não chegam a 30% do número de pesquisadores do mundo inteiro.
E na busca pela mudança dessa realidade, desde 2016, o dia 11 de fevereiro é usado para celebrar o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, uma data aprovada pela Assembleia Geral e celebrada pelas Nações Unidas.
Certamente, é importante falar sobre esse assunto, pois muitas mulheres e meninas contribuem com pesquisas e inovações de extrema relevância para a sociedade, e a conscientização do público ajuda na promoção da igualdade de gênero. Veja como exemplo duas pesquisadoras brasileiras que estão realizando trabalhos notáveis na ciência:
Jaqueline Goes de Jesus
A Biomédica exerceu papel fundamental durante a pandemia da Covid-19. Ela foi a responsável por realizar o sequenciamento genético durante os primeiros casos da doença na América Latina. Atualmente, a cientista se mantém ativa nas redes sociais para a divulgação e compartilhamento de assuntos sobre ciência, além de ser uma figura de representatividade negra na área.
Nina da Hora
Ciência tem tudo a ver com tecnologia, mas a área tem um desafio que é a dificuldade na divulgação de trabalhos científicos, sendo que cerca de 30% dos brasileiros não têm acesso à internet. Para buscar solucionar este problema, a cientista criou o projeto Computação da Hora e o podcast Ogunhê, onde conta histórias e entrevista cientistas negros(as).
O que devemos falar sobre mulheres e meninas na ciência?
Falar sobre a mulher na ciência é muito mais do que falar sobre oportunidades de trabalho, é também incentivar o envolvimento de jovens meninas no setor, sendo as feiras de ciências em escolas e universidades ótimas portas de entrada para revelar talentos que podem mudar o mundo.
Além disso, essa discussão também abrange assuntos mais amplos, como inclusão e acessibilidade para mulheres com deficiência; emancipação econômica; mulheres em cargos de liderança; empoderamento feminino no setor, e outros temas.
Para te ajudar a conhecer e entender mais sobre a atuação da mulher na área, aconselho que você acompanhe a revista Mulheres na Ciência, criada pelo Matildas Comunicação. A revista comunica ciência e temas relacionados com o foco na promoção da diversidade feminina.
Com um conhecimento aprofundado sobre estes assuntos, você pode desenvolver um repertório rico para usar na redação a partir deste recorte.
Viu só como este tema pode ajudar você a escrever uma boa dissertação dentro do tema Ciência? Para continuar aprendendo mais sobre este assunto, visite o perfil da Matildas Comunicação no Instagram (@labmatildas), e não deixe de acompanhar os meus conteúdos para ir bem nas cinco competências da redação.