Movimento antivacina, surto de sarampo e obstáculos à imunização no Brasil

Vivemos um surto de sarampo no Brasil. O vírus, eliminado do país, voltou ao noticiário neste ano com o aumento no número de casos em São Paulo. O combate à doença é feito através da vacinação.

Criadas ainda no século 10, na China, as vacinas são fundamentais para o combate aos vírus e bactérias. As substâncias, aplicadas nos corpos das pessoas, ensinam o organismo a reconhecer e combater infecções futuras.

No Brasil, muitas das vacinas previstas no calendário de imunização são distribuídas gratuitamente pelo SUS. Elas podem evitar desde gripes até casos mais sérios, como os de poliomielite.

Apesar dos benefícios da vacinação, são muitos os brasileiros que contestam a efetividade e a segurança das substâncias. Outros também questionam o excesso de vacinas previstas no calendário oficial.

Segundo o Ministério da Saúde, a adesão ao movimento antivacina é maior entre os mais ricos, ou seja, teoricamente os que têm mais acesso à informação e que possuem níveis de escolaridade mais altos. Para especialistas, o desconhecimento sobre o tema e a fuga às vacinas são responsáveis pelo número de ocorrências de doenças que poderiam ser evitadas.

Vamos falar sobre isso?

Quer ler mais sobre o assunto?

Por que antivacinas optam por não imunizar seus filhos? Dr Drauzio Varela

Por que o movimento antivacina não tem o mínimo de sentido – Saúde

Conheça a origem do movimento antivacina – Estadão

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